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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Santos recebe última etapa do Sabor de SP


 











         
            Após 14 seleções pelo Estado, o programa Sabor de SP chega a sua última etapa, que será realizada em Santos, litoral paulista. O evento acontece na próxima segunda-feira (10/11) na Secretaria de Turismo da cidade.
           O concurso selecionou dez pratos da região da Baixada Santista que irão participar do evento oferecendo degustação pública. Esses pratos passarão por um júri formado pela Secretaria de Turismo do Estado, pela Escola Senac e revista Prazeres da Mesa, que selecionarão quatro receitas para a final em São Paulo, nos dias 22 e 23 de novembro no Parque Vila Lobos.  
            O evento acontece na Secretaria de Turismo da Prefeitura de Santos a partir das 17 horas. Para a degustação dos pratos é necessário adquirir uma cartela ao custo de R$ 10,00, que dá direito a todas as degustações. Antes, às 15 horas, o chef padrinho do evento, Jefferson Rueda, ministra uma aula culinária no Museu Pelé. Os interessados devem se inscrever até esta sexta-feira (07/11) pelo e-mail turismo@sp.gov.br. As vagas são limitadas. Contato: (11) 3709-1666 ou 37091667.
         Festival - Para conhecer toda a cozinha paulista, o Estado foi separado em 15 macrorregiões, onde as cidades circunvizinhas da região em destaque podem participar das referentes etapas. O mapa está disponível no site do festival (www.sabordesaopaulo.com.br), e mostra em qual local será a exposição dos pratos de cada cidade.
            No ano passado, o Festival Sabor de São Paulo contabilizou 761 inscrições e mais de 35 mil pessoas degustaram os 30 pratos finalistas do evento.

Fonte: Turismo SP

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Informações Turísticas de Caraguatatuba
















Como chegar:

Saída de São Paulo.
Opção 1 - Pegar a Rodovía Presidente Dutra até a Cidade de São José dos Campos e depois pegar a Rodovia dos Tamoios.
Opção 2 - Pegar a Rodovia Airton Sena na sequência a Rodovia Carvalho Pinto e próximo de São José dos Campos, pegar a Rodovia dos Tamoios.

Distâncias aproximadas até Caraguatatuba.
De São Paulo - 175 km.
De Campinas - 234 km
De São José dos Campos - 92 km
De Santos - 187 Km

Rodoviárias:
Terminal Rodoviário Tietê - São Paulo.
Tel.: (11) 3235-0322 das 6:00 às 23:30 hs.

Rodoviária de Caraguatatuba.
Tel.: (12) 3882-1669

Litorânea - Passagem 0800 285 3047

Atrativos Turísticos:
  • Fazenda de Mexilhões
  • Feira de Artesanato
  • Lagoa Azul
  • Morro do Santo Antônio
  • Parque Estadual
  • Praias e Ilhas
  • Mata Atlântica
SETUR - Secretaria Municipal de Turismo - Caraguatatuba.
Praça Diógenes Ribeiro de Lima, 140 Centro
Caraguatatuba - SP
Tel.: (12) 3897-7910

Calendário Oficial de Eventos da Cidade de Caraguatatuba: Ver calendário.


Informações sobre Hotéis e Pousadas acesse: Guia de Hotéis SP - Caraguatatuba

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Um Roteiro pela Estação da Luz - São Paulo

Luz










O TurisMetrô ajudará você a desvendar o bairro da Luz, importante complexo cultural da cidade de São Paulo!
Sabado 14 horas Apenas 1bilhete unitário
Partindo da Estação Sé do Metrô, seguiremos para a Estação da Luz, onde veremos as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminster. A Estação ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, e seu atual prédio foi aberto ao público em 1901.

Fonte: http://www.spturis.com/turismetro/

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sábado, 26 de maio de 2012

Conotel 2012 acontecerá no mês de julho em São Paulo

O Centro de Convenções da Fecomércio, em São Paulo, sediará de 26 a 28 de julho, mais uma edição doConotel – Congresso Nacional de Hotéis, que neste ano, terá como tema: “A hotelaria que queremos para o Brasil”, com a promessa de integrar hoteleiros e refletir sobre seus interesses, a profissão, o mercado e os negócios da hotelaria e do turismo.

A Revista Hotéis renovou novamente a parceria com a ABIH Nacional para ser Media Partner deste evento que promete ultrapassar a marca de 2 mil visitantes, inclusive com delegações estaduais de outras cidades paulistas que devem prestigiar o evento a exemplo da edição de 2011 quando mais 300 hoteleiros das regiões de Atibaia, Serra da Mantiqueira, do Litoral norte, Baixada Santista e Guarulhos estiveram presentes.

O Presidente da ABIH/SP – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do estado de São Paulo, Bruno Omori, acredita que o mercado está maduro e sensível à reflexão sobre assuntos importantes para o dia a dia do hoteleiro, assim como temas ligados a conquista da desoneração da hotelaria, cases internacionais de integração do mercado com o Governo e os grandes eventos internacionais dos próximos anos no Brasil. “As entidades estão integradas e apostando em um evento de grande representatividade para o setor, com sinergia de posicionamento e implementação de ações que favoreçam todo o mercado de turismo e eventos”, completa o executivo.

Fonte: revistahoteis.com.br

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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Risco de apagão abre porta para lucrar com turismo receptivo


















O turismo brasileiro está se tornando poliglota. Em 2011, cerca de 5,4 milhões de turistas estrangeiros aportaram no País - um recorde segundo o Ministério do Turismo, mas ainda baixo quando comparado a outras nações. A expectativa da instituição é de que número de estrangeiros visitando o Brasil chegue a 8 milhões com a Copa de 2014 e a 10 milhões com os Jogos Olímpicos de 2016.

O risco de um "apagão" da infraestrutura para esse público representa também uma oportunidade para pequenos e médios empreendedores do setor de serviços para o "turismo receptivo" - ou seja, voltado para recepcionar os estrangeiros que visitam o País.

"A Conferência das Nações Unidas Rio+20, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, as olimpíadas e o bom momento econômico do Brasil têm aumentado o interesse dos turistas estrangeiros", diz Aldo Arthur Sivierro, presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Rio de Janeiro (Sindetur-RJ).

Para ele, com a maior visibilidade, a imagem do Brasil deixa de ser marcada na mídia internacional apenas por notícias negativas, como desastres naturais e criminalidade. Ele acredita que o turismo internacional deve ter um aumento de pelo menos dois dígitos anualmente até as olimpíadas.

Sivierro vê alguns obstáculos, no entanto, para uma presença maior de estrangeiros. "O Brasil é um País distante do mercado da Europa e da Ásia, o que se torna num empecilho ainda maior com a moeda alta como está."

A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) destaca ainda a carência de linhas de crédito e incentivos fiscais, a pouca integração entre os poderes público e privado, a falta de profissionais qualificados e que falem mais de uma língua e a precariedade da estrutura aeroportuária. A crise econômica que atingiu a Europa e os Estados Unidos também é um problema da conjuntura atual.

Arthur Sivierro avalia que pequenos e médios empresários teriam dificuldades em abrir agências de viagens que trabalhassem diretamente com turistas internacionais. "Geralmente, as empresas são recontratadas por agências internacionais. Para isso, é preciso ter um nome estabelecido e contatos, algo que leva algum tempo."

Cross Content
Especial para o Terra


Fonte: Terra

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Albergue é opção barata de investimento no setor hoteleiro


Os gastos previstos com a infraestrutura para a Copa do Mundo no Brasil já deram um salto de 28,7% em relação ao orçamento inicial e já chegaram a R$ 30 bilhões. Além da modernização de aeroportos, desenvolvimento do transporte viário e construção de novos estádios, um outro setor em que o País corre contra o tempo é o hoteleiro. Segundo dados da Fifa (Federação Internacional de Futebol Association) apenas o Rio de Janeiro e São Paulo apresentam número de leitos suficientes para o evento dentre as 12 cidades-sede da Copa de 2014. 

Enquanto a construção de hotéis pode custar muitos milhões e demorar anos, empreendimentos menores como albergues - também conhecidos como hostels - podem funcionar com mais rapidez e com um investimento ao alcance também do pequeno e médio empresário. 

Para Fabio Lazoski, proprietário do Atma Hostel, localizado em São Paulo, o protagonismo internacional do Brasil de maneira geral - e não somente a Copa - contribui para potencializar o negócio de albergues no País. "Na Europa, o hostel é uma opção comum de alojamento. Com mais empresários e turistas vindo para o Brasil, estamos entendendo como funciona o resto do mundo no que se refere à recepção", afirma. 

De acordo com a Federação Brasileira dos Albergues da Juventude, existem cerca de 90 albergues funcionando no Brasil. Um número relativamente pequeno em comparação com a Alemanha, que, mesmo com menos da metade da população brasileira, conta com 530. Não por acaso, o primeiro albergue da juventude no mundo foi inaugurado lá, na cidade de Altena, em 1909, com o objetivo de oferecer melhores condições para hospedagem estudantil. Hoje, famílias e até mesmo executivos têm aderido aos hostels em suas viagens. 

Além de, na maioria dos casos, possuírem quartos que são compartilhados por vários hospedes, Lazoski julga que "a diferença entre um hostel e um hotel é que a maioria não tem serviços como os de arrumação de cama, de quarto, ou mesmo telefone". Isso não impossibilita, segundo ele, que os albergues procurem se diferenciar do modelo padrão. No Atma, os seis quartos disponíveis costumam ser usados por até dezesseis clientes, "que têm acesso a ofurô, sauna a vapor, arrumação de quartos e até aulas de pilates". 

Aberto em 2005, no bairro nobre do Itaim Bibi, o albergue também oferece serviço de restaurante. O pacote de serviços faz com que Lazoski o defina como um hostel boutique. "É o único do tipo no Brasil", diz. Isso, é claro, tem um preço: enquanto um albergue normal cobra diária de R$ 40 a R$ 50, o Atma custa R$ 99 ao dia e é voltado, principalmente, para executivos fazendo turismo de negócios

Enquanto média nacional de ocupação dos hotéis é de 70%, segundo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), São Paulo atingiu picos de 80%, em 2011. "Isso mostra que ainda há muito espaço pra crescer", diz Lazoski. Ele espera um retorno de cerca de 30% ao ano sobre o capital investido no hostel. 

Negócio em expansão
Natal está entre as cidades-sede da copa que ainda não resolveram seu déficit de leitos. Enquanto as autoridades avaliam a possibilidade da utilização de navios-hotéis como solução para acomodar os turistas em 2014, a empresária Luzinete Gomes - a Dona Lu - confirma que a capital do Rio Grande do Norte tem tido um aumento contínuo da procura por acomodação. Dona do Hostel Verdes Mares, ele diz que viu a demanda triplicar nos últimos anos. 

Depois de trabalhar por mais de uma década em uma multinacional, ela diz ter decidido montar seu próprio negócio. A primeira tentativa, uma loja - que abriu com a irmã - não deu certo. Inspirado pelo albergue Lua Cheia, o primeiro da cidade, o filho da empresária sugeriu a ela que investisse no segmento. Depois fazer um curso rápido de turismo no Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio ao Empresário), ela buscou orientação junto à Federação Brasileira dos Albergues da Juventude e adaptou a casa para comportar os primeiros 14 leitos de seu hostel. 

"Eu não sabia nada de turismo, mas tinha uma casa própria - o que foi importante na hora de investir", conta. Hoje, o negócio conta com 53 leitos, que ela espera ampliar com mais três apartamentos, além de cozinha comunitária e uma piscina. "Nosso diferencial está no preço. Em Natal, a diária de hotel ou em uma pousada custa de R$ 600 a R$ 800. Aqui, cobramos de R$ 40 a R$ 50", diz ela...

Fonte: Terra Brasil





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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Tempos de empreendimento na hotelaria


Quantos meios de hospedagem existem no Brasil? Segundo o Ministério do Turismo, 28 mil, somados hotéis, pousadas e albergues. A consultoria Jones Lang Lassale aposta em 10 mil hotéis. Destes, 2,5 mil estão em São Paulo (40 mil só na Capital), avalia Bruno Omori, presidente da ABIH-São Paulo. Já o Guia 4 Rodas se fixou em 5,3 mil hotéis no País. Somadas, redes nacionais e internacionais respondem por apenas 8% dos empreendimentos hoteleiros do País, e geralmente instalados nas grandes cidades. A maioria (92%) mantém administração independente, quase sempre sob a gestão do proprietário.

Para dar ideia do potencial, o consultor Caio Calfat revela que a hotelaria brasileira representa só 4% do PIB contra média mundial de 10%. É nesse contexto de oportunidades mal exploradas que três italianos, um argentino e um brasileiro descendente de alemães se juntaram para dar cara nova ao Porto Pacuíba, em Ilhabela.

O hotel de pequeno porte na idílica ilha nasceu em 1996 do sonho da família Benz ao deixar para trás uma concessionária em São Paulo para se aventurar no mundo da hotelaria. Apoiados na experiência nos últimos 15 anos de Werner Benz, montados em um investimento de R$ 10 milhões e após quatro meses de reformas, os cinco sócios também expandiram o privilegiado espaço ao lado da praia para 5 mil m2 . Surgiram, entre outras inovações, 28 quartos confortáveis em ambiente refinado, com uma majestosa piscina à porta que funciona como cartão postal. À frente do grupo está Giovanni Fiorentino, jovem executivo de sucesso que nasceu em Roma e se mudou para o Brasil em 1996. Velejador, apaixonou-se por Ilhabela e juntando o útil ao agradável identificou também um negócio que trouxesse a ele satisfação pessoal. As oportunidades dele e de Werner se cruzaram, e junto com Guido Chifarelli, insatisfeito professor de Química e amigo de infância na Itália, e mais dois sócios capitalistas, o grupo resolveu fazer da hotelaria um desafio. Otimistas e cheios de planos para o futuro, os proprietários do Porto Pacuíba exemplificam os ventos empreendedores que finalmente sopram no setor.

Some-se isto a demanda galopante que mantém cidades como São Paulo com as reservas saturadas e o perfil mais popular de hóspedes que viabiliza os grandes volumes. Nasce assim, na opinião de Diogo Canteras, da consultoria hoteleira internacional HVS, um novo e longo ciclo de desenvolvimento sustentável da hotelaria brasileira. Para ele, esta etapa começa a se cristalizar a partir de 2013, e deve perdurar pelo menos nos próximos dez anos. "Esta é a hora e vez dos hotéis", conclui. O consultor Caio Calfat concorda. Para ele, estão aparecendo no Brasil redes que chegam com conceitos avançados e novas tecnologias e que devem tirar do marasmo a hotelaria brasileira, que em alguns casos estacionou nos anos 60.

Nos últimos dez anos, o número de turistas estrangeiros se estagnou na faixa de cinco milhões de visitantes. Assim, a expansão da oferta hoteleira se baseia na demanda progressiva de turistas domésticos, estimados em 65 milhões, o que torna este mercado muito atrativo. Em média, cerca de 90% dos hóspedes chegam para lazer, e 10% a trabalho. Rio de Janeiro é principal destino dos turistas de lazer (27%) e São Paulo dos viajantes de negócios (52%)...

Fonte: Itu.com.br





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